Vanessa Capochim

mulheres na moda da santidade

Depende do ponto de vista

Ao fazer uma viagem de férias, Leo e eu passamos por uma estrada de terra. Contemplamos a beleza da natureza e a perfeição da criação de Deus. Ao voltarmos pela mesma estrada, percebemos que ela parecia ser diferente. Na ida a vegetação estava mais fechada, a estrada mais arborizada. Na volta parecia estar com árvores mais abertas, já não era como vimos antes. Porém, era a mesma estrada. Foi ai que entendi o sentido da expressão tão comum “ponto de vista”. A estrada era a mesma, mas na ida tivemos uma sensação diferente da volta.

 Na nossa vida também é assim. Passamos por momentos em que enxergamos as situações do nosso ponto de vista e tudo fica muito maior e mais difícil do que realmente é. Vamos pensar da seguinte forma: uma caneta nas mãos de uma criança é um brinquedo, nas mãos de um analfabeto é um desafio e nas mãos de um escritor é uma arte. Por isso devemos lançar toda a nossa ansiedade sobre Deus, pois Ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7). Quando o problema está em nossas mãos fica grande demais para resolvermos, mas nas mãos de Deus é simples e facilmente solucionável.

 Precisamos ter o entendimento da grandeza do poder e do amor de Deus. João 3.16 nos mostra de uma maneira linda esse poder e amor: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Se Deus não poupou seu Filho, por amor a nossa vida, será que existe algo impossível para Ele?

 A próxima oportunidade que tivermos, vamos responder da seguinte maneira: depende do ponto de vista, depende de como Deus vê!

 

"O governo de Deus é maior que o governo da China”

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Leo e Vanessa na China

Durante a conversão da maioria das pessoas ao cristianismo o primeiro desejo que se observa é o de levar o amor de Cristo às nações, mas com o passar dos anos o sonho parece se esvair com as ocupações da vida. Esse desejo, porém, não desapareceu dos corações dos pastores Leonardo e Vanessa Capochim. Existia uma vontade intensa de anunciar o evangelho às nações, só não sabia quando e onde.

Foi então que Deus surpreendeu o casal durante uma das orações matinais. O desejo colocado pelo Espírito Santo foi de ofertar quinze dias das férias para missões. A palavra China foi a primeira inspirada no coração do pastor Leonardo Capochim. A direção de Deus sobre os planos ministeriais foi repassada à esposa. A resposta dela para a solicitação foi simples e rápida: “Claro amor, iremos à China”.

Havia apenas o nome em mente, mas como ir à China? Como conseguir recursos suficientes? Deus começou a suprir as necessidades do casal. Enquanto livros de autorias do pastor Leo Capochim foram vendidos para custear a viagem, voluntários se ofereceram para ajudar nos gastos.

Poço artesanal construído pelo casal missionário

Poço artesanal construído pelo casal missionário

À medida que a verba estava sendo arrecadada, eles decidiram procurar a Secretaria de Missões da Lagoinha para obter informações sobre o lugar. E descobriram um casal de missionários que está há sete anos no país. Os missionários desenvolvem trabalhos nas escolas chinesas e auxiliam a população carente na construção de poços artesanais. Muitas pessoas decidiram pelo caminho de Cristo por meio do trabalho deles. A notícia do casal missionário mudou o rumo da viagem, o propósito passou a ser o de dar suporte em amor aos evangelistas.

Com o dinheiro em mãos, Leo e Vanessa pousaram em terras chinesas em janeiro de 2013. Embora a viagem tenha sido cansativa, o impacto cultural os deixou despertos. “A cultura é totalmente diferente da nossa. Muitas vezes a gente pensa que todo mundo tem alguma coisa parecida. Mas quando você chega à China parece que é outro mundo, é tudo muito diferente do que vemos por aqui”, diz Leo Capochim.

prato servido em uma das refeições

 prato servido em uma das refeições

Pastor Leo conta algumas diferenças presentes na comida, nos hábitos higiênicos e nos costumes. “Em uma das casas que fomos convidados para comer, a galinha estava na panela com todas as partes internas, cabeça, pés e unhas. O gosto também é muito diferente da culinária brasileira”. O banheiro é outra peculiaridade da cultura asiática, pelo fato da população não possuir vasos sanitários, mas fossas.

Vanessa diz que a língua é também um empecilho que os missionários enfrentam. “Quando você vai a algum lugar onde o inglês ou até o italiano predomina, é mais fácil entender algumas palavras, na China você não consegue compreender nada do que  falam e também não consegue ler uma palavra escrita. Tivemos muita dificuldade, até com os próprios missionários me senti limitada”.

Ao chegar a Yunnan, localizado a sudoeste da China foram surpreendidos com flashes fotográficos. Cada morador da china ou turista é monitorado pelo governo. Para isso, fazem uso de câmeras fotográficas nos limites de cada uma das cidades. O governo sabe quem entra e sai de cada um dos territórios.

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    Igreja Oficial do Governo

O controle também existe dentro das igrejas evangélicas, que na China se chamam Igrejas Oficiais do Governo.  Nestas congregações é proibido ensinar qualquer informação relacionada ao Espírito Santo ou ao mundo espiritual. Os pastores são obrigados a enviar a pauta da pregação para receber aprovação da Prefeitura. Caso tenha alguma informação em desacordo com as regras, a palavra é censurada.

Com tantas proibições, o casal missionário (não pode ser revelado os nomes) que está no país há sete anos evangeliza a partir de métodos camuflados. Eles são professores de uma escola chinesa (o que é um milagre, já que a constituição não permite estrangeiros na educação da China) e organizam projetos sociais junto às aulas. Por meio da educação, eles transmitem ensinos bíblicos e auxiliam crianças carentes com uma escola de futebol.

Embora o casal tenha tido filhos na China, os filhos não são considerados chineses e, por isso, não usufruem de nenhum direito do país. Durante a gravidez de Maria (nome fictício da missionária) sofreu momentos delicados por não contar com assistência médica e apoio social do governo. Embora os dias sejam difíceis, João (nome fictício do missionário) afirma constantemente que é possível anunciar o evangelho porque o governo de Deus é maior do que o governo da China.

Culto realizado na igreja local

 Culto cristão realizado na igreja local

Com esse ideal de que o governo de Deus é superior ao do país asiático é que muitas igrejas têm falado fervorosamente do amor de Cristo em locais mais afastados da capital chinesa. Nesses espaços, há liberdade do Espírito Santo sem o acompanhamento direto das autoridades políticas. A pastora Vanessa conta que muitos cristãos chegam a andar duas horas por dia para cultuar a Deus

Vanessa e Leo Capochim apoiaram o casal em oração e financeiramente. Foram comprados uniformes novos para a escola de futebol e uma verba extra para auxiliá-los financeiramente foi deixada na casa dos missionários. Reuniões foram feitas com outros missionários que atuam na China. Durante os encontros, Palavra de conforto e ânimo deixaram os evangelistas mais revigorados com a obra do Senhor.

“Temos um coração voltado para as nações. Não sabemos se iremos um dia morar em outra nação, mas temos convicção que enviamos e preparamos  muitos missionários pelo Seminário Teológico Carisma. Com essa viagem tivemos ainda mais noção de que os missionários precisam e como  precisam ser capacitados”.

:: Leonardo e Vanessa Capochim

Texto e degravação: Érica Fernandes

Por que elas amam ser mulher?

Se existem muitos motivos para colocá-la “para baixo”, também existem outros milhares para você amar ser quem é.

“Amo ser a obra feita pelas mãos de Deus, ser feminina, usar saia e maquiagem!”, conta Vanessa Capochim.

Cássia Medeiros diz que ama ser mulher por ter o privilégio de dar à luz a um bebê “e, depois de enfrentar toda a dor do parto, ser capaz de sorrir e esquecê-la ao contemplar o rosto e o sorriso da pessoa que ‘coloquei’ no mundo”, completa Cássia.

Lídia Silva ama ser mulher por razões bem claras: “Posso ser sensível por dentro e uma fortaleza por fora e porque sou vista como alguém que deve ser cuidada, respeitada, amada e honrada”.

E Thaís Silva frisa: “Amo ser mulher porque é um desafio diário, afinal, somos complexas demais e ao mesmo tempo, fáceis de entender. resolvemos tudo, dando atenção para cada detalhe como só nós sabemos fazer”.

A doçura e a sensibilidade estão nas palavras das mulheres: “Amo ser mulher porque posso dançar no quarto com meu Noivo, Jesus, e chorar sem ter que engolir as lágrimas e sorrir para Ele todos os dias”, compartilha Bárbara Costa;

“Amo ser mulher porque Deus colocou em mim a essência da sensibilidade, da habilidade de pensar e fazer muitas coisas ao mesmo tempo”, diz Luciana Cristina;

“E eu amo ser mulher pela exclusividade de poder esbanjar delicadeza e meiguice!”, completa Renata Giori.

Ana Paula Valadão Bessa finaliza esta pesquisa dando destaque ao amor de mãe, o motivo pelo qual ama ser mulher: “Deus criou o homem e a mulher. Algumas características divinas só podem ser encontradas no homem, e outras, somente na mulher. Um dos motivos porque amo ser mulher é o amor sacrificial de uma mãe que se parece com o amor sacrificial de Deus. O cuidado detalhista de uma mãe e sua capacidade de jamais desistir de um filho vêm do próprio Deus”, compartilha.

 

Texto: sTEPHanIE ZananDRaIs

Fonte: www.lagoinha.com

 

 

E VOCÊ, POR QUE AMA SER MULHER?

 

 

 

 

 

Difícil de expressar

No mundo pós-moderno, o ser humano passou a ter mais liberdade de expressão através das redes sociais. O facebook e twitter até ganharam um “belo” apelido: psicólogos.

Fotos, frases de efeito e relatórios de atividades diárias são divulgados para inúmeors seguidores da solidão alheia.

Percebe-se que, grande parte da população internauta está a procura de amor, seja eros, ágape, phileo, amor amigo ou amor irmão. O homem grita silenciosamente por um socorro que não virá.

Na verdade, o mundo pós-moderno apenas deixou ecoar o sussurro que de longe se gritava.

Desde que o homem passou a existir, nasceu com ele o desejo de compreensão e atenção. Mas na medida em que o mundo evolui, torna-se mais difícil conhecer alguém no seu pelo e total EU.

Vivendo no tempo da liberdade de expressão, o homem apenas imagina que realmente se expressa.

 

por

Vanessa Capochim